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Guia MEI 2026: Entenda as Mudanças no Valor do DAS, Faturamento e o Impacto da Reforma Tributária

  • Foto do escritor: Liberal Capital Contabilidade
    Liberal Capital Contabilidade
  • 10 de mar.
  • 2 min de leitura

O ano de 2026 traz atualizações importantes para quem é Microempreendedor Individual (MEI). Com o avanço da Reforma Tributária e o novo reajuste do salário mínimo, o empreendedor precisa estar atento para manter o seu negócio em conformidade e não ser pego de surpresa pelo desenquadramento MEI por excesso de receita. Neste guia, resumimos os principais pontos que você precisa saber para planejar o seu ano fiscal. Qual o novo valor do boleto DAS MEI em 2026? O valor da contribuição mensal do MEI é diretamente ligado ao salário mínimo. Com o piso nacional fixado em R$ 1.621,00 para 2026, o valor base da contribuição previdenciária (INSS) foi atualizado.Atualmente, o custo mensal do DAS-MEI 2026 é de: Comércio e Indústria: R$ 82,05 (INSS + ICMS) Serviços: R$ 86,05 (INSS + ISS) Comércio e Serviços: R$ 87,05 (INSS + ICMS + ISS) Manter o pagamento em dia é essencial para garantir benefícios como aposentadoria, auxílio-doença e licença-maternidade pelo Portal do Empreendedor. O limite de faturamento MEI aumentou? Uma das maiores buscas no Google é sobre o novo limite de faturamento MEI. Embora existam projetos de lei em tramitação avançada para elevar o teto para até R\(155mil,olimiteoficial para 2026 permaneceem R\) 81 mil anuais (ou R$ 6.750,00 proporcionais por mês). Se a sua empresa faturar entre R\(81mileR\) 97,2 mil, você deverá pagar uma multa sobre o excedente e migrar para Microempresa (ME) no ano seguinte. Caso ultrapasse os R$ 97,2 mil, o desenquadramento é retroativo, gerando impostos retroativos. Por isso, o planejamento tributário é vital. Como a Reforma Tributária afeta o Microempreendedor? A Reforma Tributária e o Microempreendedor caminham juntos em 2026, ano que marca o início dos novos impostos (IBS e CBS). A boa notícia é que o MEI continua protegido pelo regime simplificado de pagamento fixo, não sofrendo o impacto direto das novas alíquotas. No entanto, dois pontos exigem atenção: Fiscalização via Pix e Cartão: A Receita Federal intensificou o cruzamento de dados. Recebimentos via Pix no CPF que deveriam ser do CNPJ são o principal motivo de fiscalização e exclusão do regime.

Nota Fiscal Eletrônica (NF-e): O padrão nacional para emissão de notas de serviço e venda deve ser seguido rigorosamente para evitar bloqueios no cadastro.

 
 
 

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